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Avaliação das instituições superiores

19/11/2011

Achei melhor explicar um pouco mais o que é o IGC. No site do INEP, se encontra explicação que transcrevo logo em seguida.

Antes, ressalto que todo esse processo de avaliação das IES começou ainda com um programa denominado Programa de Avaliação das Instituições Universitárias Brasileiras (PAIUB), ainda no início dos anos 90. Com Paulo Renato Souza como ministro da Educação de Fernando Henrique Cardoso, o assunto avaliação do ensino superior começou a ganhar grande espaço na mídia (todos nós lembramos do Provão) e os próprios candidatos e famílias passaram a verificar a avaliação de suas instituições antes de se matricularem. Com o Governo Lula e o atual, o processo vem sendo aprimorado.

O CPC é uma média de diferentes medidas da qualidade de um curso. As medidas utilizadas são: o Conceito Enade (que mede o desempenho dos concluintes), o desempenho dos ingressantes no Enade, o Conceito IDD e as variáveis de insumo. O dado variáveis de insumo – que considera corpo docente, infra estrutura e programa pedagógico – é formado com informações do Centro de Educação Superior e de respostas ao questionário socioeconômico do Enade.

A forma do cálculo do CPC tem implicações sobre a representatividade do IGC. Para um curso ter CPC é necessário que ele tenha participado do Enade com alunos ingressantes e alunos concluintes. Portanto, o IGC é representativo dos cursos que participaram das avaliações do Enade, com alunos ingressantes e concluintes.

Como cada área do conhecimento é avaliada de três em três no Enade, o IGC levará em conta sempre um triênio. Assim, o IGC 2007 considerou os CPC’s dos cursos de graduação que fizeram o Enade em 2007, 2006 e 2005; o IGC 2008 considerou os CPC’s dos cursos que participaram do Enade em 2008, 2007 e 2006; e assim, sucessivamente. A medida de qualidade da graduação que compõe o IGC é igual à média dos CPC’s para o triênio de interesse.

Portanto, é um processo que considera, por exemplo,   a trajetória dos alunos nos cursos , a infraestrutura da IES e o quadro docente. Isso é importante para a sociedade pois permite ver quais as instituições que realmente estão levando a sério o investimento que os alunos fazem em um curso superior.

Com a quantidade existente de cursos e com vagas sobrando em muitas faculdades é melhor os candidatos estudarem mais para ingressarem nas melhores. Tenho a convicção que não adianta nada fazer qualquer curso de graduação. O diploma não será reconhecido pelos melhores empregadores. É preciso estar atento aos indices e cobrar dos gestores das IES investimentos qualitativos.

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