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O lugar do professor

06/12/2011

Quando afirmo que o aluno deve estar no centro do processo de aprendizagem não significa que o professor esteja ultrapassado e possa ser substituído, por exemplo, pelo uso da internet. Ao contrário, com o volume de informações disponíveis cada vez mais o aluno precisa de apoio, de orientação, de esclarecimentos sobre conceitos capazes de fundamentar as suas descobertas. Nesse sentido, a figura do professor tornou-se ainda mais importante.

É certo que suas atividades devem ser diferentes. Por exemplo, na universidade, no lugar de ficar cinco aulas seguidas em uma sala de aula com alunos insones pode utilizar, em uma parte desse tempo, as mídias sociais para dinamizar e enriquecer a relação professor-aluno. Espaços e tempos escolares devem ser repensados considerando a idade dos alunos e as tecnologias que eles possuem a sua disposição.

Vejamos uma parte de um texto que aborda essa temática.

O pensador Mark Prensky disse: “A fonte do conhecimento não é mais o professor, mas a internet. A educação mais útil para o futuro não está acontecendo na escola. Está acontecendo depois da escola, especialmente em clubes de robótica e na internet como um todo – está acontecendo nos games.”
Dito isso, vivemos o fim de salas de aulas com espaços geográficos definidos e aulas cronometradas? Como a escola supera o tempo e o espaço, em um mundo imediatista? Como prepararemos as pessoas, para um mundo onde as profissões mudam radicalmente a cada cinco anos? O formato atual da escola ajuda a escolher o futuro de promissores alunos?

Não é a hora de cidadãos globais e conectados encontrarem a educação progressista? “As escolas deveriam ser lugares para se aprender, e não para se ensinar. Em vez de isolar os estudantes, as escolas deveriam encorajá-los a colaborar”, escreveu Don Tapscott no livro “A hora da geração digital”
O educador Jeffery Bannister alfinetou sobre os modelos de educação seculares: “Professores que leem anotações manuscritas e escrevem em quadros negros, assim como alunos que anotam o que eles dizem. Esse é um modelo pré-Gutenberg.”

Mais sobre o texto você encontra aqui.

Obs: há uma matéria muito boa na Veja desta semana do autor citado acima, Don Tapscott.

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From → Educação

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