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IES brasileiras e empregabilidade

31/10/2013

Em um momento em que a competição entre as IES brasileiras chega ao ápice, o conceito de diferenciação assume importância central. Na administração, um autor muito conhecido, Michael Porter, formulou a ideia de “estratégia genérica de diferenciação” que significa diferenciar um produto ou serviço de determinada empresa. Você pode fazer isso por meio do projeto do produto, imagem da marca, tecnologia, características peculiares, serviços e fornecedores. Em linhas gerais, essa estratégia proporciona um efeito de exclusividade de valores frente aos concorrentes, construindo um laço de fidelidade entre o consumidor e a marca.

Na educação superior, as boas instituições sabem que a questão central para legitimá-las perante a sociedade é a qualidade dos serviços educacionais. É verdade que qualidade é um conceito polissêmico e que depende da visão ideológica de quem o emprega, podendo ir desde a formação de um bom cidadão até de um excelente profissional. No meu entender, o principal objetivo de uma IES é o aprendizado de seus alunos e isso envolve necessariamente mudança de comportamento perante o mundo.

Em busca de indicadores de diferenciação, as IES já consolidadas estão cada vez mais se preocupando com a empregabilidade de seus egressos, fortalecendo laços com o mercado de trabalho. Setores de estágios são ampliados, convênios com empresas são renovados, e, principalmente, os projetos pedagógicos são revisados no intuito de aliar teoria e prática na graduação.

Quando se observa a publicação de um ranking global de empregabilidade,  a Fundação Getúlio Vargas e a Universidade de São Paulo  ficaram entre as 150 melhores instituições de ensino superior. Neste quesito, a FGV teve melhor desempenho do que a melhor universidade do Brasil, segundo o rankingfeito pela consultoria RH Emerging e o Instituto Trendence.

A Fundação ficou em 93º lugar – dois degraus acima da posição registrada no ano passado. Já a USP caiu uma posição, de 112º para 113º.  No primeiro lugar está a Universidade de Oxford.

Para chegar aos nomes que fazem parte do ranking, as consultorias conversaram com mais de 2 mil recrutadores de executivos de 20 países diferentes e questionaram sobre qual a universidade ideal, na visão deles. Além disso, pediram para que os headhunters indicassem quais as escolas na região deles atendiam a estes critérios.

Entre os entrevistados no Brasil, os itens “know how prático”, a combinação entre conhecimento técnico e teórico, além de qualidade do ensino e infraestrutura técnica foram os itens mais votados.

Reportagem completa no link http://exame.abril.com.br/carreira/guia-de-faculdades/noticias/fgv-desbanca-usp-em-ranking-global-de-empregabilidade

 

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